Compositor: Nyanyannya
Levantando as dobras do meu coração frágil
O eco de um som triste e distante chega até mim levado pelo vento
A cidade prospera com o fluxo de almas
Milhares de luzes dançam
Agarrando-se à cauda de uma luz pálida e fugaz
Levado pela noite, quantos marcos de rota eu ultrapassei?
Embora eu tente pegá-lo e guardá-lo
A vida escorre mais uma vez por entre meus dedos frágeis
O festival está zombando de mim
A Lua está no leste, o Sol no oeste
Os irmãos brincavam ao pôr do Sol, a noite é um cadáver
Mais leve e mais fugaz
Mais do que a própria transitoriedade
Avistando o rastro de uma luz pálida e fugaz
Estou sozinho enquanto a água das rochas se deposita sobre minhas antigas feridas como neve
Embora eu tente pegá-lo e guardá-lo
A vida escorre mais uma vez por entre meus dedos frágeis
Atingido por inúmeras desgraças
Posso abandonar a esperança que escapa dos meus pulmões?
Minha respiração se expande, fazendo com que milhares de luzes oscilem
O fluxo de almas, impetuosamente em uma única direção
A flor da idade puxa minha mão, dizendo: Volte, volte!
Embora eu o recolha e o derrame
Será que esses dedos frágeis ainda conseguem agarrar alguma vida?
Ah, a noite é um cadáver
A noite é um cadáver
A noite é um cadáver